O que era um bom início de trabalho de Xabi Alonso no Chelsea já passou a ser alvo de críticas. Na última quarta-feira, 28, os Blues foram eliminados da Copa da Liga Inglesa diante do Liverpool, em decisão nos pênaltis. Chamou a atenção a escolha do treinador por deixar Estêvão de fora, mesmo com diversos reservas e jovens utilizados.
Alonso viu a partida caminhar para a disputa de penalidades sem gastar todas as cinco substituições. Em dois movimentos de troca (um no intervalo e outro aos 23 minutos do segundo tempo), mandou a campo quatro jogadores. Foram eles os defensores Levi Cowill, Marco Palestra e Valentín Barco, além do atacante Emmanuel Emegha.
Estêvão, assim, viu a equipe londrina ser eliminada sem ter a chance de ir a campo. Porém, a escolha não é isolada e segue a linha dos primeiros meses de Alonso no Chelsea, em que já faz o atacante de 19 anos ser o brasileiro menos utilizado de sua carreira como treinador.
Em oito jogos, o técnico utilizou Estêvão por 172 minutos, o que equivale a uma média de 21 minutos em campo por partida. O número é menor até mesmo do que o de Endrick, que pelo Real Madrid acumulou média de apenas 33 minutos por jogo. Ambos os atacantes revelados pelo Palmeiras sofreram com pouco espaço.

Brasileiros menos utilizados por Xabi Alonso
- Estêvão (Chelsea) – 21 minutos por jogo
- Endrick (Real Madrid) – 33 minutos por jogo
- Arthur (Bayer Leverkusen) – 37 minutos por jogo
- Rodrygo (Real Madrid) – 41 minutos por jogo
- Vinicius Júnior (Real Madrid) – 75 minutos por jogo
- Éder Militão (Real Madrid) – 76 minutos
- João Pedro (Chelsea) – 77 minutos







