Pedrinho, o presidente do Vasco, criticou o oferecimento do Maracanã ao clube pelo Consórcio Fla-Flu. O objetivo era que o clube cruzmaltino jogasse e volta da Copa do Brasil no estádio.
“Quero ver se, numa necessidade, a gente vai ter essa reciprocidade. Para jogar no Maracanã, eu não vi posicionamento favorável do consórcio, pelo contrário, fez de tudo para que o Vasco não jogasse. Gostaria que fosse uma abertura para um diálogo justo e sensato. Não acredito nisso. As pessoas se acham espertas, mas não espertas, ainda mais nessa situação. Sei muito bem qual foi a intenção”, declarou Pedrinho, conforme reportado por GE e UOL.
Apesar da proposta, o Vasco prioriza mandar o jogo de volta do mata-mata em São Januário. A diretoria do clube atua junto à Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro para obter a liberação de capacidade ampliada para aproximadamente 25 mil torcedores na Colina Histórica.
“Eu não fiz nenhum pedido ao consórcio do Maracanã. Eu tinha autorização para jogar em São Januário. Me causa estranheza. Esse próprio consórcio não assinou um documento do acordo, em que Flamengo e Fluminense haviam assinado o acordo. Nunca vi, desde que estou no futebol, alguém oferecer um estádio para jogar publicamente”, ponderou o presidente do Vasco.
Nas últimas semanas, Vasco, Flamengo e Fluminense travaram brigas judiciais sobre o uso do Maracanã após o clube cruzmaltino ter sido impedido pelos rivais de usar o tradiconal estádio carioca, durante a semifinal da Sul-Americana contra o Boca Juniors. Ao final, o Vasco conseguiu jogar no local.
O clube de São Januário enfrenta o Palmeiras pela ida da Copa do Brasil neste domingo, 1º, às 16h, no Nubank Parque. A volta está marcada para o dia 8, às 17h, no Rio de Janeiro.










