O adeus de Lionel Messi à seleção da Argentina já movimenta o mundo do futebol e, como era de se esperar, rendeu uma homenagem de um de seus maiores parceiros no esporte.
Antes de o camisa 10 entrar em campo pela última vez com a camisa albiceleste — em amistoso marcado para esta terça-feira, 6, contra a seleção de Benim, no Monumental de Núñez —, Neymar utilizou suas redes sociais para reverenciar o amigo.
“Quem ama futebol te aproveitou ao longo desses anos… Não é só a Argentina que te agradece, o mundo agradece por tudo que fez ao futebol”, escreveu Neymar em sua conta oficial.
“Obrigado por me fazer amar ainda mais o futebol. Foi uma honra ter jogado contra você e, mais ainda, fazer história ao seu lado. Gracias, Leo Messi”, completou em outro momento.
Companheiros no Barcelona e no Paris Saint-Germain, os dois dividiram os gramados em 206 partidas oficiais e conquistaram 11 títulos juntos. O brasileiro, hoje atacante do Santos, destacou que o impacto do argentino transcendeu as fronteiras de seu país natal.
Aos 39 anos, Messi também fez questão de se comunicar diretamente com o seu povo antes do apito inicial.
Em um vídeo emocionante divulgado nas redes, o craque se dirigiu aos torcedores argentinos para agradecer pelo apoio incondicional e afirmou que deixa a seleção com a sensação de dever cumprido: “Vou em paz, deixei tudo em campo”.

Messi do Barcelona cumprimenta Neymar do Santos, durante jogo da final do Campeonato Mundial de Interclubes – Alexandre Battibugli / PLACAR
O amistoso contra Benim marca o encerramento de um ciclo de mais de duas décadas e mais de 200 partidas pela seleção. Maior artilheiro da história da Argentina, Messi coroa sua despedida com um currículo impecável por seu país, após exorcizar o longo jejum de taças.
Seu legado com a equipe principal inclui a consagração máxima na Copa do Mundo de 2022, no Catar, o bicampeonato da Copa América (2021 e 2024) e a Finalíssima (2022).
O jogador também soma uma medalha de ouro nas Olimpíadas de Pequim (2008) e o título da Copa do Mundo Sub-20 (2005), encerrando sua jornada como o maior ídolo da história recente do futebol argentino.








