O presidente do Fluminense, Mattheus Montenegro, mostrou revolta com a arbitragem após derrota do Tricolor para o Flamengo, pela 30ª rodada do Brasileirão 2026. Ele reclama da não expulsão do rubro-negro Erick Pulgar, no primeiro tempo, e de dois possíveis pênatis a favor da equipes das Laranjeiras.

“Para ficar claro: a arbitragem foi um lixo. Uma merda. Um lixo, uma m****. Para começar: o cartão amarelo do Pulgar, um absurdo o lance não ser expulsão. Eu vi agora o joelho do Castillo, está com a marca da trava da chuteira. Eu pergunto: cadê o VAR? Estava dormindo? Qualquer pessoa que está vendo o jogo viu que era para expulsão”, defendeu o dirigente, em entrevista pós-jogo.

“Depois, houve dois pênaltis. Um no Savarino e outro no Castillo, que o Léo Ortiz chega com a sola. Quando você vê um jogo desta importância, com uma expulsão e dois pênaltis… como você vai ganhar o jogo? É impossível.”

Ao 30 minutos da primeira etapa, Pulgar entrou com força sobre o joelho de Castilho, que caiu sobre o gramado e acabou com um corte na área atingida. Além do volante flamenguista levar apenas amarelo, o árbitro Rafael Rodrigo Klein não foi chamado ao VAR.

Já os pênaltis levantados por Montenegro ocorreram no segundo tempo. O primeiro após uma dividida entre Léo Ortiz sobre Castillo. O segundo de possível contato de Alex Sandro em Savarino.

A bronca do Fluminense acabou compartilhada por meio de nota oficial do clube nas redes sociais.

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Nota do Fluminense

“O Fluminense FC lamenta que, mais uma vez, o maior clássico do Brasil tenha sido manchado por dois erros claros de arbitragem. Ainda no primeiro tempo, o atleta Erick Pulgar, do Flamengo, atingiu o joelho do atacante Rodrigo Castilho com a sola da chuteira, numa entrada violenta que colocou em risco a integridade física do jogador tricolor. O árbitro Rafael Klein, bem posicionado para avaliar a jogada, optou por não aplicar o cartão vermelho que a regra determina. Mais grave ainda foi a omissão do VAR, comandado por Daniel Nobre Bins, que dispunha de todos os recursos para corrigir o erro e preferiu se calar.

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A tolerância com esse tipo de conduta é um incentivo à deslealdade e uma ameaça a quem está em campo. Zelar pela integridade de quem joga é o mínimo que se espera de quem tem a responsabilidade de aplicar as regras.

E como se um erro claro não fosse o suficiente, o árbitro ainda ignorou um pênalti de Alex Sandro em Savarino no segundo tempo. O atleta do Flamengo em nenhum momento disputou a bola e derrubou o jogador tricolor dentro da área, mas nada foi marcado.

Não aplicar as regras implica em mudar a dinâmica de uma partida e, consequentemente, influenciar seu resultado. E isso não podemos permitir.”