O Vasco apresentou um agravo de instrumento no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e informou que mandará o jogo contra o
Boca Juniors
no Rio de Janeiro. O cruz-maltino tenta reverter uma decisão desfavorável para realizar o confronto diante dos Argentinos no Maracanã, válido pela semifinal da Copa Sul-Americana, no dia 20 de outubro.
O clube chegou a manifestar interesse de buscar uma alternativa de estádio fora do Rio de Janeiro. A diretoria do Vasco sondou os estádios Mané Garrincha, em Brasília, e a Arena Amazônia, em Manaus. Mas voltoun atrás da decisão e jogará a partida na capital fluminense.
Como está a tramitação do recurso na Justiça?
O agravo foi distribuído para a 23ª Câmara de Direito Privado do Rio de Janeiro, sob a relatoria do desembargador Alexandre de Carvalho Mesquita. A ação pretende reformar o despacho inicial e obrigar a concessão do estádio para o confronto continental.
O clube obteve apoio do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ). Por meio do Grupo de Atuação Especializada do Desporto e Defesa do Torcedor (GAEDEST), a entidade emitiu na segunda-feira, 5, uma recomendação extrajudicial para que o Consórcio Fla-Flu libere o estádio para o jogo. O documento estabeleceu um prazo de 48 horas para resposta formal da concessionária, advertindo sobre eventuais medidas judiciais em caso de negativa.
Por que a segurança pesou a favor do Maracanã?
A recomendação do Ministério Público apoia-se em relatório técnico da Polícia Militar fluminense. A corporação classificou o Maracanã como o local mais adequado em infraestrutura, capacidade de público e controle de fluxo para sediar o embate eliminatório com segurança.






