Enquanto Vasco e Palmeiras decidem quais dos times avança para a final da Copa do Brasil de 2026, Marcos Lamacchia, futuro investidor da SAF do clube, curte o jogo no meio da principal torcida organizada cruzmaltina.
Desde o início dos processo de aquisição, o empresário costuma assistir às partidas do campo ou do camarote da presidência.
Sobre a venda, em 23 de outubro, os sócios do clube aprovaram, com mais de 9% dos votos, a comercialização de 90% das ações da sociedade anônima para Lamacchia. Também votaram pela mudança do estatuto, que altera a participação mínima de 20% do associativo na SAF para 10%.
Sendo assim, resta agora aprovação da Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (Anresf) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) — órgãos que analizam possível conselho de interesses com a presidente do Verdão, Leila Pereira.
O projeto da SAF do Vasco planeja aporte de R$ 500 milhões, dividido em cinco parcelas anuais de R$ 100 milhões, corrigidas pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) — além de investimentos em infraestrutura, categorias de base e administração da dívida cruzmaltina.
Segundo o ge, a negociação de 90% da SAF para Lamacchia pode chegar na casa dos R$ 3 bilhões.










