A Copa do Mundo de 2030 segue sem definir qual cidade receberá a final. A menos de quatro anos do torneio, a Fifa acompanha a corrida liderada por dois candidatos: o Santiago Bernabéu, em Madri, e o Grand Stade Hassan II, arena que o Marrocos constrói para se transformar na maior do planeta.

Erguido em Benslimane, entre Casablanca e Rabat, o Hassan II foi criado para receber 115 mil torcedores. Caso seja concluído conforme o projeto, ultrapassará qualquer outro estádio em atividade no mundo.

Gianni Infantino, presidente da Fifa, no SoFi Stadium, em Los Angeles - CHRISTOPER TORRES/EFE

Gianni Infantino, presidente da Fifa, no SoFi Stadium, em Los Angeles – CHRISTOPER TORRES/EFE

A arena faz parte de  um amplo plano de investimentos do governo marroquino para o Mundial. Anunciada em 2023, a obra teve orçamento inicial de 5 bilhões de dirhams marroquinos, mas estimativas mais recentes apontam que o valor já supera os 11 bilhões de dirhams, equivalente a mais de R$ 5 bilhões.

Assinado pelos escritórios Oualalou+Choi e Populous, o projeto simula a estrutura das grandes tendas utilizadas nos moussems, festivais tradicionais do país, com uma cobertura metálica que envolverá todo o estádio. O complexo também contará com hotéis, áreas comerciais, centros de treinamento, equipamentos de lazer e extensas áreas verdes.

As obras começaram após a aprovação do financiamento público, em 2023. A preparação do terreno foi concluída em 2025 e a construção avança em ritmo acelerado. Segundo informações divulgadas pela imprensa local, cerca de 40% da estrutura já foi executada.

Siga a Placar no GoogleFique por dentro das últimas notícias e não perca nenhum lance.
Seguir no Google