Acervo · Copa do Mundo
Na última dança dos craques, só deu tango
Messi e Modric, cada um à sua maneira, brindaram o público no Lusail com a habitual e magnética genialidade. Mas nada se compara ao 10 argentino

DOHA – O Brasil inteiro amanheceu lamentando nesta terça-feira, 13. Não fosse aquele amaldiçoado desvio na perna de Marquinhos em chute de Petkovic e o mundo pararia para ver o primeiro Brasil x Argentina em uma fase tão aguda de Copa do Mundo, um reencontro aguardado por tantas décadas — os hermanos venceram o último duelo, aquele do gol de Caniggia nas oitavas, em 1990, e Zico, Júnior e companhia sambaram no anterior, em 1982. Aos amantes do jogo bonito, restou um alento: a semifinal no Lusail colocou frente à frente dois maestros que arrancam suspiros, cada um à sua maneira. Deu Lionel Messi, com sobras, em uma de suas mais memoráveis atuações em Mundiais, 3 a 0 fora o baile. Aos 35 anos, ele parece no auge, a um passo da glória, dia 18, diante de França ou Marrocos. Ao croata Luka Modric, de 37, restaram os merecidos aplausos…
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