Em sua primeira manifestação pública de maior extensão após deixar o comando técnico, o treinador Luís Castro conversou com jornalistas nesta terça-feira, 20, no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, antes de embarcar rumo a Lisboa. Questionado sobre declarações recentes de seu sucessor, Renato Portaluppi, o português optou por evitar atritos e pregou foco no futuro do Grêmio.

O que disse Luís Castro sobre Renato Portaluppi?

O ex-treinador tricolor ressaltou que sua conduta profissional impede qualquer tipo de resposta pública a colegas de profissão. “Quanto aquilo que meu colega treinador disse, não tenho nada a comentar. Minha conduta profissional não permite que eu diga o que quer que seja. E não é ético da minha parte comentar o trabalho do colega”, afirmou Luís Castro em entrevista no aeroporto.

Qual é o pedido do treinador para o restante da temporada?

Durante a conversa com os repórteres no saguão, Castro enfatizou que a equipe gaúcha necessita de estabilidade na reta decisiva do ano para atingir suas principais metas esportivas na Copa do Brasil e no Campeonato Brasileiro.

“A equipe precisa de paz, o clube precisa de paz. Uma coisa muito importante neste momento é que o clube precisa de paz e união para atingir os objetivos que pretende até o final do ano. Que é ganhar a Copa do Brasil e ficar na Série A”, o ex-técnico do Grêmio.

Como o técnico avaliou a sua responsabilidade?

O comandante também pontuou que assume totalmente os atos e resultados do período em que esteve no comando antes da mudança na comissão técnica.

“Eu sou responsável até o dia 10 de setembro por tudo aquilo que aconteceu no Grêmio. Enquanto treinador, aquilo que eu sempre entendi que era a minha profissão é de ser responsável total por aquilo que acontece durante aquilo que é a minha vigência nos clubes e o meu trabalho nos clubes”, completou.

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