Opinião: Um dia antes do clássico, Brasil já abre 1 a 0
Na véspera da semifinal, Brasil mandou aos microfones representantes experientes e vitoriosos; já a Argentina deu um show de insegurança

BELO HORIZONTE – A história do futebol deixa claro que “os jogos se ganham dentro de campo” e que “em clássico não há favoritos”, entre outros chavões, mas a véspera do duelo entre Brasil e Argentina, valendo vaga na final da Copa América, já trouxe sinais animadores para a equipe local. Tite, Lionel Scaloni e um atleta de cada time concederam as protocolares entrevistas coletivas no Mineirão e o jovem treinador argentino chegou a irritar alguns jornalistas de seu país com traços de insegurança.
A diferença de currículo dos treinadores foi motivo de debate. Enquanto Tite, de 58 anos, tem uma carreira vitoriosa em clubes e está no cargo há três anos, com apenas duas derrotas em 40 jogos, Scaloni, um ex-jogador de 41 anos, só tinha experiência como auxiliar quando assumiu o cargo, de forma interina, no ano passado. Em 13 jogos, soma oito vitórias, dois empates e três…
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