O meio-campista Arrascaeta deu mais um passo em seu processo de reabilitação e voltou a realizar trabalhos leves com bola no Ninho do Urubu.

Apesar de a presença do jogador no gramado ter gerado expectativa na torcida do Flamengo, a participação do uruguaio no confronto decisivo contra o Estudiantes, na próxima quinta-feira, 22, pela semifinal da Copa Libertadores, é considerada muito pouco provável pela comissão técnica e pelo departamento médico.

Arrascaeta foi submetido a uma intervenção cirúrgica no punho no dia 1º de outubro. Como a lesão não compromete a mobilidade dos membros inferiores, o camisa 10 tem conseguido manter o condicionamento físico com corridas, finalizações e trocas de passes individuais.

O atleta, no entanto, ainda não foi reintegrado às atividades com o restante do elenco, uma vez que precisa evitar qualquer tipo de impacto direto ou queda sobre a região operada até que novos exames de radiografia comprovem a consolidação da fratura.

A postura cautelosa do clube é alinhada às diretrizes do técnico Leonardo Jardim, que adota a política de só relacionar jogadores que tenham cumprido uma rotina completa de treinamentos com o grupo principal.

Embora o treinador tenha citado que fará avaliações de última hora sobre o uruguaio e sobre o lateral Ayrton Lucas, o planejamento interno traçado pelo departamento médico projeta o retorno definitivo do camisa 10 para um prazo de seis a oito semanas após a cirurgia — cronograma focado em ter o atleta à disposição para uma eventual final do torneio continental, em novembro.

Além das incertezas sobre Arrascaeta e Ayrton Lucas, o comando técnico rubro-negro lida com outros desfalques no setor defensivo e no meio-campo. O lateral Danilo está confirmado como baixa, enquanto o volante Evertton Araújo e o meia Saúl seguem sob cuidados médicos e permanecem como dúvidas para a escalação.

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O Flamengo decide a vaga na decisão da Libertadores diante do Estudiantes nesta quinta-feira, às 21h30 (de Brasília), no Maracanã. Após o empate por 0 a 0 na partida de ida, disputada na Argentina, quem vencer o confronto garante a classificação no tempo normal, enquanto uma nova igualdade levará a definição do finalista para as cobranças de pênaltis.

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