Copa do Mundo

Trump e Infantino trocam elogios e veem Copa como ‘sucesso absoluto’

Dirigente e político minimizam problemas e apontam o torneio como o maior evento esportivo da história

Por Klaus Richmond, de Nova Jersey (EUA)

3 min de leitura
Trump e Infantino discursaram juntos na Trump Tower, em Manhattan – Kevin Dietsch/Getty Images via AFP
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O presidente da Fifa, Gianni Infantino, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não economizaram na troca de elogios em seus discursos durante um evento realizado na Trump Tower, na região de Manhattan, em Nova York, nesta sexta-feira, 17.

Ao lado da taça da Copa do Mundo, eles subiram a um palco para apresentar números e classificar o evento como o maior torneio de futebol de todos os tempos, definindo-o como um “sucesso absoluto”.

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“O sonho americano, senhor presidente, tornou-se realidade. Unimos o mundo”, disse Infantino.

“O senhor não precisa de elogios, presidente, mas esta Copa do Mundo não teria sido um sucesso absoluto sem o senhor”, completou em outro momento.

Trump chamou esta Copa de “um dos maiores eventos esportivos de todos os tempos”, acrescentando que o torneio mobilizou muito mais do que apenas o mundo esportivo.

“Quero parabenizar cada equipe que fez da Copa de 2026 um dos maiores eventos esportivos de todos os tempos na história, e acho que além de um evento esportivo. Isso não tem sido apenas um evento esportivo, tem sido algo muito, muito especial”, explicou o político.

Aos 39 anos, Messi comemora sua segunda final consecutiva de Copa do Mundo - Alexandre Battibugli/PLACAR

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Infantino apontou para vários números, como os estádios lotados e altos índices de audiência na televisão, para provar que o torneio atendeu às expectativas, enquanto Trump balançava a cabeça em aprovação.

“Boa sorte à Espanha e à Argentina no domingo e que vença a melhor equipe”, disse Trump.

De acordo com dados divulgados pela entidade, os estádios operaram com capacidade máxima ao longo de toda a competição, impulsionando a expectativa de público total para a impressionante marca de 6,7 milhões de torcedores locais – um recorde absoluto para a história das Copas.

“Ouvimos muitas vezes que vivemos em um mundo dividido e agressivo, cheio de problemas que nos separam”, ponderou Infantino. “Mas se há uma coisa que esta Copa do Mundo nos mostrou e continua mostrando, é que existem muito mais coisas que nos aproximam do que aquelas que nos dividem”.

Na maior Copa do Mundo da história, mais de 102 partidas foram realizadas, restando apenas duas: a disputa do terceiro lugar, entre França e Inglaterra, em Miami, e a final da competição, que ocorre entre espanhóis e argentinos, em Nova Jersey.

O primeiro jogo será neste sábado, 18, às 16h (de Brasília), no Hard Rock Stadium, enquanto o segundo no domingo, 19, no mesmo horário, no MetLife Stadium.

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