Vitinha, meio-campista do Paris Saint-Germain, relembrou a época em que o ataque do clube era formado por Messi, Neymar e Mbappé. Campeão com o PSG na Champions League 2024/25, o jogador português dividiu vestiário com os craques em sua primeira temporada no clube.
Em entrevista ao Canal 11, de Portugal, o meia elogiou os jogadores, mas ponderou a influência negativa em ter tantas estrelas em um time:
“Não são jogadores normais, são os melhores do mundo. Foi um privilégio ter compartilhado o vestiário e o campo com eles, aprendido coisas. São, realmente, jogadores à parte, são extraterrestres, astros. O que não quer dizer que é sempre o melhor para o time. E era o que acontecia”, afirmou o atleta.
Com um projeto galáctico, o Paris Saint Germain anunciou a contratação de Lionel Messi em agosto de 2021 para formar um trio com Neymar e Mbappe. Outros nomes de peso foram contratados, como o zagueiro Sérgio Ramos, ídolo e multicampeão no Real Madrid, e o jovem promissor Donnarumma, para o gol.
Mesmo com um plantel formado por grandes jogadores, o PSG não conseguiu conquistar o seu principal objetivo: a taça inédita da Champions. Esse feito foi conquistado já sem nenhum dos três astros.

Neymar, Messi e Mbappé atuaram juntos por duas temporadas – AFP
Vitinha também analisou o futebol atual e a necessidade que as equipes têm em balancear a escalação com jogadores que participam do momento sem bola. “Cada vez mais o futebol hoje em dia é muito competitivo. Qualquer time que está brigando contra o rebaixamento sabe se organizar e dificultar a vida do adversário. Então, fica muito difícil que um, dois, ou três jogadores não corram e não ajudem defensivamente”, completou o volante.
“Essa é a principal diferença que vemos para este PSG (atual). Vocês veem os pontas correndo como loucos atrás de laterais, quando eles sobem. O centroavante, seja o Dembele ou o Gonçalo Ramos, vem defender até a nossa área e são os primeiros a pressionar lá na frente”, finalizou o jogador.









