O Grêmio sofreu mais dois transfer bans aplicados pela Fifa nesta segunda-feira, 26, de acordo com apuração da Rádio Itatiaia. Com as sanções, a equipe gaúcha permanece impedida de registrar reforços por até três janelas de transferências consecutivas ou até que realize a quitação integral das dívidas cobradas.

Como funcionam as cobranças contra o clube

As novas sanções se somam a uma primeira punição aplicada em 9 de outubro, por pendências financeiras com o Independiente Medellín, da Colômbia, referentes à contratação do meio-campista Miguel Monsalve.

Segundo o jornal Zero Hora, de Porto Alegre, uma das novas punições estão relacionadas a pendências com o meia
Cuéllar, que atuou no tricolor na última temporada. O outro nome envolvido não foi revelado.

Multa da Ansref

Além dos transfers bans ativos, o Grêmio está lidando com um bloqueio preventivo de registro de atletas pela  Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (Anresf), órgão criado pela Confederação Braisleira de Futebol (CBF) para aplicar as regras do fair play financeiro.

Nesse caso, o Grêmio fica condicionado a uma aprovação do órgão para a o registro de novos jogadores. O clube tem um plano junto a
Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) para quitar uma dívida de R$ 16 milhões, relacionada a 23 processos.

Qual é o reflexo no Campeonato Brasileiro?

As sanções administrativas ocorrem em um cenário de pressão esportiva para a equipe no Campeonato Brasileiro. O Tricolor atua para conciliar o cerco financeiro e o bloqueio de movimentações de mercado com a meta prioritária de garantir a permanência na elite do Brasileirão nas rodadas finais do torneio nacional.

O tricolor gaúcho venceu o Coritiba por 1 a 0 e subiu para a 17ª colocação na tabela, ainda dentro da zona do rebaixamento, com 34 pontos. O Internacional é o primeior time fora da do Z4, com 35 pontos.

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