Com as demissões de Gilmar Dal Pozzo, da Chapecoense, e Dorival Júnior, do Corinthians, o Brasileirão chega a dez trocas de treinador em dez rodadas. Os dois nomes se juntam a Anselmi (Botafogo), Jorge Sampaoli (Atlético-MG), Fernando Diniz (Vasco), Juan Carlos Osorio (Remo), Filipe Luís (Flamengo), Hernán Crespo (São Paulo), Tite (Cruzeiro) e Juan Pablo Vojvoda (Santos).
Os técnicos demitidos do Brasileirão 2026
- Jorge Sampaoli (Atlético-MG)
- Fernando Diniz (Vasco)
- Juan Carlos Osorio (Remo)
- Filipe Luís (Flamengo)
- Hernán Crespo (São Paulo)
- Tite (Cruzeiro)
- Juan Pablo Vojvoda (Santos)
- Martín Anselmi (Botafogo)
- Gilmar Dal Pozo (Chapecoense)
- Dorival Júnior (Corinthians)
1 – Jorge Sampaoli (Atlético-MG)
Pressionado desde a reta final da última temporada, sobretudo pelo vice da Sul-Americana contra o Lanús, Sampaoli deu adeus ao Atlético-MG em 12 de fevereiro. A demissão de Sampaoli foi confirmada pelo Galo após um empate em 3 a 3 contra o Remo, válido pela 3ª rodada do Brasileirão. O argentino comandou o clube em 33 jogos, com dez vitórias, 14 empates e nove derrotas.
O também argentino Eduardo Domínguez, ex-Estudiantes, foi seu substituto.

Jorge Sampaoli foi demitido do Atlético Mineiro em fevereiro de 2026 – Juan Mabromata/AFP
2 – Fernando Diniz
O segundo nome na fila de demissões foi Fernando Diniz, que vivia momentos de instabilidade no comando do Vasco. O vice na Copa do Brasil de 2025 e a queda de desempenho no início deste ano levaram a diretoria a colocar um ponto final em sua segunda passagem no clube, em 22 de fevereiro. Pelo Cruzmaltino, Diniz disputou 55 partidas, com 20 vitórias, 13 empates e 22 derrotas. Renato Gaúcho assumiu o posto.


















