Convocado pela primeira vez para a seleção brasileira sob o comando de Carlo Ancelotti, Gabriel Sara concedeu entrevista coletiva, nesta terça-feira, 24. Destaque do Galatasaray, o meio-campista relembrou do início da carreira.

Revelado no São Paulo, o meia sofreu rejeição da torcida nos primeiros momentos. Assim, desabrochou apenas sob comando de Fernando Diniz, na temporada de 2020.

Estreante na seleção, Sara relembrou o trabalho com o técnico: “Diniz é um pai que eu tive. Ele foi extremamente importante no início da minha carreira. Teve paciência e me ajudou a amadurecer. Ele acreditou mais em mim do que eu mesmo acreditava naquele momento”.

Gabriel Sara brilha no Galatasaray - Divulgação / Instagram

Brasileiro Gabriel Sara com a camisa do Galatasaray – Divulgação / Instagram

Após confirmar que o treinador o parabenizou pela chance de defender o Brasil, Sara ainda analisou a formação no futebol brasileiro. “Muitas vezes a gente não dá tempo para os jovens amadurecerem. Ele (Diniz) é extremamente importante para esse desenvolvimento e até para olhar o futebol de forma mais humana, não só como jogadores ou máquinas, mas como pessoas.l

O jogador também projetou um retorno ao clube em que foi formado, mas com condicionantes. “O São Paulo está no meu coração, sempre vai estar, foi o time que me lançou para o mundo. A última coisa que eu quero é voltar estando mal fisicamente, mais velho.”

Gabriel Sara, aos 26 anos, completou: “Quero voltar em uma situação em que eu possa contribuir de verdade com o time, chegar na minha melhor versão.”

Agenda da Seleção

A equipe de Ancelotti enfrenta a França na quinta-feira (26), às 17h (de Brasília), no Gillette Stadium, em Boston. Depois, encara a Croácia no dia 31, às 21h, no Camping World Stadium, em Orlando.