Acervo · Esporte
Teixeira: ‘Tudo que me acusam no exterior não é crime no Brasil’
Ex-presidente da CBF negou ter recebido propina do Catar e disse que não planeja deixar o país. “Tem lugar mais seguro que o Brasil?”

O ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira considerou “inconclusivo” o “Relatório Garcia” divulgado pela Fifa que o aponta como um dos receptores de propina para a escolha do Catar como sede da Copa do Mundo de 2022. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo nesta quarta-feira, o dirigente brasileiro, que voltou a viver no Rio, descartou deixar o Brasil e firmar acordo de delação premiada nos Estados Unidos.
Teixeira negou que tenha ligado para o ex-presidente do Barcelona e ex-diretor da Nike Sandro Rosell para pedir conselhos sobre um local “seguro” para morar. “Tem lugar mais seguro que o Brasil? Qual é o lugar? Vou fugir de quê, se aqui não sou acusado de nada? Você sabe que tudo que me acusam no exterior não é crime no Brasil. Não estou dizendo se fiz ou não”, afirmou Teixeira.
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