Nos últimos anos, o Fluminense se destacou no mercado de transferências de jogadores, alcançando cifras expressivas que impulsionaram seu caixa. A venda de Kauã Elias ao Shakhtar Donetsk estabeleceu uma nova marca histórica para o clube. Este ponto alto é parte de uma série de negociações bem-sucedidas que geraram receitas significativas ao longo da gestão de Mário Bittencourt.
O Fluminense tem se consolidado como uma força no mercado, vendendo jogadores a altos valores fixos com possibilidade de bônus adicionais. O caso de Kauã Elias é um exemplo recente, mas o caminho trilhado pelo clube começou anos antes, com outras transações significativas que já rendiam frutos financeiros substanciais.

Quais foram as maiores vendas do Fluminense nos últimos seis anos?
Ao longo de seis anos, o Fluminense realizou notáveis negociações, começando em 2019 com as vendas de jogadores como Pedro para a Fiorentina. Em 2020, transferências como a de Evanílson para o Porto demonstraram uma tendência consolidada de sucesso nos negócios.
Em 2021, Kayky reforçou o cofre do clube ao ser vendido para o grupo City. O ano de 2022 também foi significativo, com Luiz Henrique e transferidos por valores fixos mais adicionais variáveis que somaram consideráveis ganhos para o clube.





