O Flamengo deu mais um passo importante rumo ao desejo de ter o seu próprio estádio. Na última segunda-feira, 24, a Prefeitura do Rio desapropriou um terreno no Gasômetro, de interesse do Rubro-negro, que agora espera o edital e o anúncio da data do leilão do terreno.
Ainda entre os próximos passos antes da longa obra para a concretização de um sonho, está a aprovação na Câmara de Vereadores. As transformações de espaços públicos precisam necessariamente da aprovação municipal e das autorizações locais.

Divulgação/Flamengo
Em termos burocráticos, segundo normas da Prefeitura do Rio, essa “transformação do espaço público” chama-se Transferência do Direito de Construir. A ideia da diretoria rubro-negra seria transferir o seu potencial construtivo da Gávea para o terreno no Gasômetro, de então futura posse do clube.
O valor mínimo do leilão para o terreno desapropriado na zona portuária será de 150 milhões de reais, com a obrigação do comprador de construir um estádio. Em publicação no Diário Oficial da União, há a justificativa de “alcançar transformações urbanísticas, estruturais, melhorias sociais e valorização ambiental na sua circunscrição”.







