A PLACAR de fevereiro chegou, embalada por um aguardado reencontro. Exatos dois anos depois de se tornar o jogador mais jovem a estampar uma capa da mais tradicional revista esportiva do país, Endrick, o prodígio do Palmeiras, retornou a nossas páginas, agora como uma estrela consolidada e vencedora, mesmo com apenas 17 anos. A edição do mês conta com outra entrevista exclusiva, com Alan Patrick, o maestro do Inter, e reportagens especiais sobre os bastidores da crise política na CBF e o novo cenário do Bahia, impulsionado pelo investimento árabe do Grupo City. A PLACAR já está disponível na loja oficial da revista no Mercado Livre e chega às bancas de todo o país a partir da próxima sexta-feira, 9.
Endrick recebeu a reportagem durante os treinos da seleção brasileira pré-olímpica na Granja Comary, em Teresópolis (RJ), e falou sobre os títulos conquistados no Verdão, a expectativa para vestir a camisa do Real Madrid no segundo semestre e especialmente sobre seus planos para se tornar um ídolo nacional e resgatar o amor da torcida pela seleção brasileira.
“Tenho o objetivo de ser um ídolo não só para algumas pessoas, mas para todos: idosos, criancinhas, adultos“, afirmou o atacante, que ainda fez um apelo: “Meus companheiros não têm que me tratar como um garoto de 17 anos, como um adolescente… têm que me tratar como um adulto.”
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Nos próximos dias, PLACAR divulgará outros trechos da entrevista de 45 minutos com o jogador, tanto no site quanto no canal de YouTube Placar TV (clique aqui e inscreva-se). A íntegra, por sua vez, será publicada na sexta-feira, 9, às 13h, logo após o programa Opinião PLACAR.








Na madrugada de 20 de janeiro de 2022, mais especificamente à 1h32, o então redator-chefe de PLACAR, Fabio Altman, enviou aos colegas de redação um e-mail certeiro, premonitório – um golaço em forma de texto. O motivo de sua insônia tinha nome e sobrenome: Endrick Felipe Moreira de Souza. A atuação da jovem sensação do Palmeiras na goleada por 5 a 2 sobre o Oeste de Itápolis nas quartas de final da Copa São Paulo de Futebol Júnior o motivara a mudar o curso da edição seguinte. “Estou pensando seriamente em partir para uma capa com Endrick. Sim, claro, pode soar prematuro. ‘Poxa, mas só 15 anos, e jogando contra meninos da idade dele… Calma, vamos esperar mais um pouco’. Concordo – mas acho que são comentários que podem entrar na matéria”, escreveu Altman.