Os estádios que viraram hospitais de campanha na luta contra o coronavírus
Com a paralisação das competições, arenas esportivas como o Pacaembu, que completou 80 anos nesta segunda, auxiliam os sistemas de saúde durante a pandemia

O Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu, comemora nesta segunda-feira 27 os 80 anos de sua inauguração. O palco paulista da Copa do Mundo de 1950 presta hoje serviço a um propósito muito maior do que o de receber partidas de futebol. No gramado mítico, por onde passaram craques como Pelé, Romário e Neymar, agora pisam outros heróis: os médicos que atuam no hospital de campanha cujo propósito é atender pessoas contaminadas pelo coronavírus.
Com as principais competições paralisadas pela pandemia, os complexos esportivos e estádios se tornaram um local viável para a instalação dessas estruturas temporárias. No Brasil, o Maracanã também foi transformado em um hospital de campanha no Rio de Janeiro, que, assim como São Paulo, sofre severamente as consequências da Covid-19. O Rio tem 645 mortes e 7 111 casos confirmados, enquanto o estado paulista tem 20 715 casos de coronavírus e 1 700 óbitos.
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