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Os estádios que viraram hospitais de campanha na luta contra o coronavírus

Com a paralisação das competições, arenas esportivas como o Pacaembu, que completou 80 anos nesta segunda, auxiliam os sistemas de saúde durante a pandemia

Por Danilo Monteiro3 min de leitura
Hospital de campanha temporário criado para pacientes com coronavírus no estádio Pacaembu
Hospital de campanha temporário criado para pacientes com coronavírus no estádio PacaembuAFP

O Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu, comemora nesta segunda-feira 27 os 80 anos de sua inauguração. O palco paulista da Copa do Mundo de 1950 presta hoje serviço a um propósito muito maior do que o de receber partidas de futebol. No gramado mítico, por onde passaram craques como Pelé, Romário e Neymar, agora pisam outros heróis: os médicos que atuam no hospital de campanha cujo propósito é atender pessoas contaminadas pelo coronavírus.

Com as principais competições paralisadas pela pandemia, os complexos esportivos e estádios se tornaram um local viável para a instalação dessas estruturas temporárias. No Brasil, o Maracanã também foi transformado em um hospital de campanha no Rio de Janeiro, que, assim como São Paulo, sofre severamente as consequências da Covid-19. O Rio tem 645 mortes e 7 111 casos confirmados, enquanto o estado paulista tem 20 715 casos de coronavírus e 1 700 óbitos.

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