Publicidade
Publicidade

Artur Jorge sobre passagem pelo Botafogo: ‘Fui o melhor treinador da história’

Ex-comandante do Glorioso voltou a falar sobre decisão de deixar o clube após títulos e não economizou nos elogios ao trabalho em 2024

Campeão brasileiro e de uma inédita Libertadores pelo Botafogo, o técnico português Artur Jorge, atualmente no Al-Rayyan, do Catar, não poupa elogios ao próprio trabalho pelo clube em 2024. Em entrevista ao canal SporTV, de Portugal, o ex-comandante do Glorioso voltou a falar sobre a decisão de deixar o clube em dezembro e avaliou ser o maior da história de 130 anos.

Publicidade

Siga o canal no WhatsApp e fique por dentro das últimas notícias.

“Eu diria que é mais o ir em busca constante de projetos, que me são propostos, que aparecem naturalmente com mais facilidade quando ganhamos. Aconteceu em Braga, aconteceu assim também no Botafogo. Acabo por ter a oportunidade de escolher dentro daquilo que entendo ser o melhor, que muitas vezes fala-se pelo fechar de alguns ciclos. Não tenho dúvida nenhuma de que fui o melhor treinador da história do Botafogo, por aquilo que conquistamos, pelo que conseguimos fazer em termos de título. É um fato. Vai sempre ficar marcado na história do clube”, disse Jorge.

O treinador ainda disse ter recebido propostas de Portugal, mas que só retornaria ao país para trabalhar em um dos três grandes do país: Benfica, Porto ou Sporting.

Publicidade

“Tive propostas que me chegaram pelo meu empresário. Voltaria a Portugal apenas para treinar um dos três grandes. Havia essa possibilidade, mas tendo em conta os timings, na altura descartamos outras propostas”, explicou.

Apesar da polêmica fala em que se intitula o melhor da história do clube carioca, o treinador não foi o único a fazer essa avaliação. Em janeiro, na edição Meu Time dos Sonhos de PLACAR, ele também foi eleito pela maioria como o principal técnico da história. A edição colheu 22 votos de jornalistas, ex-jogadores e torcedores ilustres de cada um dos 12 grandesa clubes do país.

Por mais que o treinador português tivesse apenas oito meses de casa até esta eleição, ter recuperado com títulos a autoestima de um torcedor tão machucado foi a senha para substituir João Saldanha e Mario Jorge Lobo Zagallo, que empataram no último pleito, há 19 anos.

Publicidade

Morto em janeiro de 2024, aos 92 anos, o Velho Lobo recebeu pedidos de perdão. “Desculpe, Zagallo. A sua lenda é inquestionável, mas Artur Jorge fez um time desacreditado, inseguro e traumatizado conquistar um dos títulos mais épicos e heroicos da história da Libertadores”, resumiu Fernando Kallás, correspondente internacional da Reuters.

“Nesta dura concorrência, ganha quem levou um time pior a uma glória muito maior”, completou Thales Machado, jornalista de O Globo.

Curiosamente, Artur Jorge, que comandou o Glorioso em 55 partidas, não foi o eleito com menos jogos pelo Botafogo. O lateral-direito Carlos Alberto Torres fez apenas 22 jogos pelo Glorioso em 1971. O “Capita” também foi eleito nas seleções de Santos e Fluminense.

Capa da edição 1519 de PLACAR, a Meu Time dos Sonhos
Capa da edição 1519 de PLACAR, a Meu Time dos Sonhos – Reprodução/Placar

Para fazer parte da nossa comunidade, acompanhe a PLACAR nas mídias sociais.

Publicidade