A chegada de grandes eventos esportivos para os fãs é sempre uma boa oportunidade para se divertir com a família e os amigos. Além de um jogo importante, o show do intervalo é uma atração à parte e é aí que as grandes marcas entram em ação, sobretudo, no Super Bowl e na final da Champions League.

De um lado, o maior evento do esporte americano, que decide o campeão da National Football League, a NFL, a principal liga de futebol americano do mundo. Do outro, a maior competição entre clubes do mundo, que é igualmente um torneio de alcance mundial. Mas, afinal, quais são os valores de publicidade nesses eventos?

Super Bowl LX

O Super Bowl deste ano acontece no próximo domingo, 8, às 20h30 (de Brasília), no Levi’s Stadium, em Santa Clara, Califórnia. A final será entre dois times tradicionais do futebol americano: o New England Patriots, que pode se tornar o maior campeão da NFL caso vença seu sétimo título; e o Seattle Seahawks, que pode se vingar da final de 2015 e conquistar seu segundo título.

A final promete fortes emoções e as marcas não querem deixar a oportunidade passar. Para exibir uma propaganda no Super Bowl, porém, não é barato. De acordo com o portal Ad Age, a NBCUniversal, que detém os direitos de transmissão deste Super Bowl, chegou a pedir 9 milhões de dólares (R$ 48 milhões) para um comercial de 30 segundos.

Segundo o jornal Financial Times, a média do valor pago para exibir uma propaganda no evento ficou na casa dos 8 milhões de dólares (cerca de R$ 41,8 milhões), igualando as cifras do ano passado. Algumas marcas, por outro lado, bateram recorde: pagaram mais de 10 milhões de dólares (cerca de R$ 52,2 milhões) por uma propaganda de 30 segundos.

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Final da Champions League

Apesar dos dados de cotas para exibição de propaganda na Champions League não serem públicos, uma pesquisa da Relo Metrics revelou o lucro de algumas empresas na final de 2021. A decisão gerou uma receita de 14,7 milhões de dólares (cerca de R$ 78 milhões na cotação da época) aos patrocinadores de Chelsea e Manchester City. Naquele ano, os Blues se sagraram bicampeões.

De acordo com a Relo Metrics, a Nissan recebeu 1,8 milhão de dólares (cerca de R$ 9,5 milhões na cotação da época), o maior valor entre as patrocinadoras. Em seguida, a Expedia, agência de viagens online, lucrou 1,7 milhão de dólares (cerca de R$ 9 milhões). Fechando o top 3, a Heineken faturou 1,6 milhão de dólares (cerca de R$ 8,5 milhões).

Ainda segundo a pesquisa, o maior ativo de patrocínio se deu por meio dos painéis de LED na lateral do campo. A exibição de propagandas por meio desse recurso gerou uma receita de 11,2 milhões de dólares (cerca de R$ 59,3 milhões na cotação da época) em valor de mídia.

Por fim, o mesmo levantamento concluiu que a BT Sport, que transmitiu a final para 8,7 milhões de pessoas, foi quem gerou a maior parte do valor total, com 13,9 milhões de dólares (cerca de R$ 73,6 milhões). A cobertura da CBS, por outro lado, teve uma média de 2,1 milhões de espectadores.

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