Acervo · Esporte
De ‘refugos’ a selecionáveis: a grande virada do Atlético
Ronaldinho e Jô puxam time com vários atletas que, para muitos, estavam em decadência no futebol brasileiro. Agora, eles formam a melhor equipe do país

Na linguagem do torcedor, muitas vezes maldosa e sem nenhuma preocupação com a autoestima dos atletas, jogador que faz um sucesso fugaz e depois passa por muitos clubes sem repetir o mesmo brilho de antes tem um apelido : “refugo”. Que atire a primeira caxirola quem nunca ouviu falar de uma contratação dessas, geralmente feita por um clube rival, e não soltou um sorriso irônico, emendado no comentário: “Esse já era, sorte que não veio para o meu time”. Pois é liderado por jogadores com essas características, que já não despertavam a confiança de muita gente, que o Atlético-MG de 2013 está fazendo sucesso. Classificado para as quartas de final da Copa Libertadores após duas vitórias sobre o São Paulo, e finalista do Campeonato Mineiro, o time encanta o país com um futebol alegre, solto e rápido, que não teme adversário nenhum e faz de sua casa, o reformado estádio…
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