1/18 Andrés Sanchez com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante evento no canteiro de obras do Itaquerão (Nelson Antoine/Fotoarena/VEJA)
2/18 Andrés Sanchez: apenas um ano como diretor de seleções da CBF (Daniel Augusto Jr./Fotoarena/VEJA)
3/18 O diretor de seleções da CBF, Andres Sanchez, durante entrevista coletiva sobre a demissão de Mano Menezes (Ale Frata/Frame/Folhapress/VEJA)
4/18 Andrés Sanchez, José Maria Marin e Mano Menezes em convocação da seleção (Mowa Press/Divulgação/VEJA)
5/18 Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF, e Andrés Sanchez, então presidente do Corinthians, na sede da entidade, no Rio (Divulgação/CBF/VEJA)
6/18 Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians e diretor de seleções da CBF (Danilo Verpa/Folhapress/VEJA)
7/18 Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians, que assumiu o cargo de diretor de seleções da CBF ainda com Ricardo Teixeira na presidência (Fernando Moraes/VEJA)
8/18 Marco Polo del Nero, Andrés Sanchez, Juvenal Juvêncio e José Maria Marin no CT do São Paulo em Cotia, antes de amistoso da seleção brasileira na capital paulista (Divulgação/CBF/VEJA)
9/18 Andrés Sanchez assumiu a direção de seleções da CBF em dezembro de 2011 (Rafael Ribeiro/Getty/VEJA)
10/18 O ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, e a mulher do ex-presidente Lula, Marisa, foram destaque da Gaviões da Fiel em desfile do Carnaval de SP (Sebastião Moreira/EFE/VEJA)
11/18 Andrés Sanchez com Ronaldo no anúncio de que o Itaquerão seria palco da abertura da Copa de 2014 (Nelson Antoine/Fotoarena/VEJA)
12/18 Andrés Sanchez, Gilberto Kassab e Geraldo Alckmin na assinatura do incentivo fiscal para o estádio do Corinthians (Rodrigo Coca/ Fotoarena/VEJA)
13/18 Andrés Sanchez na apresentação de Anderson Silva como atleta do Corinthians (Daniel Augusto Jr/Fotoarena/VEJA)
14/18 Ronaldo e o presidente do Corinthians, Andres Sanchez, assistem o UFC no Rio de Janeiro (Felipe Panfili/Agnews/VEJA)
15/18 Andres Sanchez, presidente do Corinthians, e ex-presidente da república Luiz Inácio Lula da Silva visitam as obras do estádio do clube, apelidado de Itaquerão (Nelson Antoine/FotoArena/VEJA)
16/18 O presidente da Federação Paulista de Futebol, Marco Polo del Nero, o presidente do Corinthians Andrés Sanchez, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab,e o governador de São Paulo, Alberto Goldman, durante apresentação oficial do projeto para a construção do estádio (AE/VEJA)
17/18 Orlando Silva, então ministro do Esporte, e Andrés Sanchez, na época presidente do Corinthians, numa reunião sobre a Copa do Mundo de 2014 (Rivaldo Gomes/Folhapress/VEJA)
18/18 Andrés Sanchez comemora sua eleição para presidente do Corinthians (Alex Silva/VEJA)
Um dia depois de dizer que a “tendência” era deixar o cargo de diretor de seleções da CBF, Andrés Sanchez mudou o tom nesta terça-feira e revelou que pretende representar a entidade, nesta sexta-feira, na entrevista que reunirá os técnicos de todas as seleções que disputarão a Copa das Confederações de 2013 – o sorteio das chaves do torneio será no sábado, no Anhembi, em São Paulo. Sanchez disse que vai se reunir com Marin “nos próximos dias para acertar os ponteiros”: “A seleção é muito mais importante que treinador ou diretor, tenho de ter a cabeça no lugar.”
Na segunda-feira, após participar da abertura da Soccerex, feira de negócios do futebol, no Rio, Andrés revelou que só faltava conversar com o presidente José Maria Marin para acertar a demissão, mas adiou o encontro agendado para esta terça-feira. Andrés ficou contrariado com a demissão de Mano Menezes, na última sexta-feira, dois dias depois da conquista do título do Superclássico das Américas, diante da Argentina, em Buenos Aires.
“Concordo com tudo que quiserem fazer, mas tudo tem seu momento. E naquele momento não devia mudar o treinador. Tem o sorteio da Copa das Confederações e só estão credenciados o treinador e o diretor de seleções. Vou fazer de tudo para ir”, garantiu Andrés, em entrevista a TV Bandeirantes.