Nesta quinta-feira, 2, Neymar Jr. inicia a sua última sequência de jogos para tentar uma vaga na Copa do Mundo. Atuando pelo Santos desde seu retorno no início de 2025, o camisa 10 entra em campo contra o Remo, pelo Campeonato Brasileiro, sob o olhar do país e da comissão técnica da seleção brasileira.
O desafio de convencer Carlo Ancelotti
O técnico da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, tem mantido uma postura cautelosa em relação ao atacante, priorizando atletas que apresentam 100% de condição física e ritmo de jogo. Com o grupo considerado “quase fechado”, Neymar precisa provar que superou o histórico recente de lesões.
A lista definitiva para o Mundial será anunciada no dia 18 de maio. Até lá, o Peixe terá uma maratona de 14 partidas divididas entre o Brasileirão, a Copa Sul-Americana e a Copa do Brasil. Este período será o teste final para o jogador mostrar que ainda pode ser o diferencial técnico da equipe nacional.
Planejamento estratégico e controle de carga
Para evitar novos problemas físicos, o departamento médico do clube e o estafe do jogador adotaram o “Plano Copa”. A estratégia prevê um um controle de carga, onde Neymar não deve atuar em todas as 14 partidas previstas. O objetivo é que ele participe de 7 a 10 jogos, priorizando confrontos de maior peso técnico e evitando longos deslocamentos que causem desgaste excessivo.
Segundo a TMC, o camisa 10 vem realizando sessões intensas de terapia regenerativa e reforço muscular nos períodos de intervalo entre os jogos. O acompanhamento visa garantir a explosão física necessária para o nível internacional.
Concorrência de peso no ataque do Brasil
Jovens como Endrick, Estêvão e Igor Thiago, somados à consolidação de Vinícius Jr. e Raphinha na Europa, aumentaram a concorrência para Neymar. Os números de gols e assistências dos concorrentes nas últimas duas temporadas superam os do santista, que atuou menos devido às questões físicas.










