O maior jejum de uma seleção campeã mundial sem retornar a uma final de Copa do Mundo pertence ao Uruguai, que não disputa a decisão há 76 anos. A seleção inglesa ocupa a segunda posição, com 60 anos de ausência em finais desde seu único título conquistado em 1966. Quem fecha o pódio é a seleção argentina, que ficou 48 anos sem chegar a uma final de Copa.

Maiores ausências entre seleções sul-americanas

As seleções da América do Sul detêm alguns dos registros mais longos de ausência em finais após a conquista de títulos mundiais.

  • Seleção uruguaia — 76 anos — Bicampeã em 1950, a equipe nunca mais retornou a uma decisão de título mundial desde o histórico Maracanazo.
  • Seleção argentina — 48 anos — Após ser finalista na primeira edição em 1930, a equipe só voltou a decidir o torneio em 1978.
  • Seleção brasileira — 24 anos — O período entre o tricampeonato de Pelé em 1970 e o tetracampeonato em 1994 marca o maior intervalo do Brasil sem finais.

Longas esperas entre as potências europeias

Na Europa, o cenário de recordes mostra que mesmo seleções com ligas nacionais fortes sofrem para repetir o sucesso em Mundiais.

  • Seleção inglesa — 60 anos — Desde o título conquistado em casa em 1966, os inventores do futebol não disputaram outra final de Mundial.
  • Seleção italiana — 32 anos — O intervalo entre o bicampeonato de 1938 e a final de 1970 permanece como o maior da história italiana.
  • Seleção espanhola — 16 anos — Campeã inédita em 2010, a Espanha ainda busca retornar ao jogo decisivo nas edições mais recentes do torneio.
  • Seleção alemã — 12 anos – Tetracampeã do mundo em 2014, a Alemanha busca voltar ao palco decisivo da Copa do Mundo.
  • Seleção francesa — 12 anos — Jejum aconteceu entre 2006, quando ficou com o vice diante da Itália, e 2018, quando conquistou o bicampeonato contra a Croácia.