A Fifa anunciou nesta sexta-feira, 5, que os clubes que cederem jogadores para a Copa do Mundo de 2026 receberão uma compensação mínima de US$ 5 mil (equivalente a cerca de R$ 25 mil na cotação atual) por atleta e por dia. A medida faz parte do Programa de Benefícios para Clubes, que destinará um total de US$ 355 milhões (cerca de R$ 1,7 bilhão) para o ciclo 2022-2026, representando um aumento de 70% em relação ao ciclo do Mundial de 2022.
Do valor total do programa, US$ 250 milhões (R$ 1,2 bilhão) serão distribuídos entre os clubes que tiverem jogadores convocados para o Mundial, que será realizado de 11 de junho a 19 de julho. Os pagamentos serão calculados individualmente por jogador e por dia, considerando tanto a inclusão na convocação quanto os minutos de jogo.
A Fifa ressaltou que, embora haja uma compensação mínima diária, os valores definitivos serão confirmados somente após o encerramento do torneio.
Pela primeira vez na história do programa, US$ 100 milhões (R$ 504 milhões) serão repassados aos clubes que cederam jogadores durante as Eliminatórias para o Mundial. Para esta fase, a compensação prevista é de aproximadamente US$ 2.360 (R$ 11,8 mil) por jogador e por partida disputada. Os US$ 5 milhões (R$ 25 milhões) restantes do programa serão destinados a despesas administrativas.
Apesar do aumento significativo no valor total do programa, a compensação diária mínima de US$ 5 mil para a Copa do Mundo de 2026 é inferior aos cerca de US$ 10,9 mil pagos na Copa do Mundo de 2022. Essa redução diária ocorre em um contexto de expansão do número de seleções participantes (de 32 para 48) e da inclusão da compensação pelas Eliminatórias.









