O meia Djavan Anderson, um dos principais nomes da seleção do Suriname, carrega em seu nome uma homenagem direta a um dos maiores nomes do MPB brasileiro. Em entrevista ao ge, o atleta confirmou que a escolha foi feita por seus pais, grandes admiradores da música popular brasileira e do cantor de clássicos como Oceano e Samurai.
A conexão familiar com o Rio de Janeiro
A ligação de Djavan com o Brasil vai além do nome. Seu pai, de origem jamaicana, viveu no Rio de Janeiro, onde se apaixonou pela cultura local. Essa influência fez com que o jogador visitasse o país algumas vezes durante a juventude, passando temporadas em solo carioca.
“Eu ia muito ao Brasil, ficava meses lá. O país respira futebol. Tudo é futebol. Você vai na praia e as pessoas estão jogando futebol. Eu me apaixonei pelo país logo de imediato. Sempre digo que preciso voltar. O mais especial para mim eram as pessoas, a forma como se tratavam. Para mim, é um lugar muito especial”, contou o jogador ao ge.
Sonho de Suriname
Dentro de campo, o foco do atleta está na classificação inédita do Suriname para a Copa do Mundo de 2026. O desafio decisivo ocorre nesta quinta-feira, 26 , contra a Bolívia.
A partida será disputada no estádio Gigante de Acero, em Monterrey, no México. Caso vença os bolivianos, o Suriname avançará para enfrentar o Iraque no dia 31 de março, em duelo que vale a vaga definitiva no Mundial.
Trajetória no futebol europeu
Nascido na Holanda em 1995, Djavan Anderson optou por defender a seleção do Suriname por conta da ascendência materna. O jogador possui um currículo na Europa, com passagens por clubes tradicionais como Ajax e Lazio .
Aos 30 anos, o atleta se destaca pela polivalência, atuando tanto como lateral-direito quanto como meio-campista. Sua experiência internacional pode ajudar a levar o Suriname à sua primeira Copa do Mundo.







