Maior campeã na história da Copa do Mundo, com cinco títulos, a seleção brasileira estreia no torneio deste ano contra a seleção de Marrocos, quarta colocada na edição de 2022. O duelo acontece neste sábado, 13, às 19h (de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, Estados Unidos.

Em um confronto onde tradição e ascensão entram em campo, PLACAR traz quatro curiosidades de cada nação; confira.

Brasil

Treino da seleção brasileira às vésperas da estreia na Copa do Mundo - Rafael Ribeiro / CBF

Treino da seleção brasileira às vésperas da estreia na Copa do Mundo – Rafael Ribeiro / CBF

Mais perto da África do que do Sul do país

Ponta do Seixas, Paraíba. Este é o ponto mais oriental das Américas. O curioso, no entanto, é que o local está mais perto de Dakar, no Senegal, do que de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. A capital senegalesa está a cerca de 2.800 km da Ponta do Seixas, enquanto a capital gaúcha fica a mais de 3.100 km de distância.

Maior fronteira terrestre da França não é na Europa…

Alemanha? Espanha? Itália? Nada. A maior fronteira terreste da França, na verdade, é com o Brasil. A Guiana Francesa, território ultramarino dos franceses, divide 730 km com o estado do Amapá.

Onde cada time joga em um hemisfério

No Estádio Milton de Souza Corrêa, em Macapá, capital do Amapá, cada equipe joga em um hemisfério. Como? A linha do meio de campo coincide exatamente com a Linha do Equador. Por estar na latitude zero, essa peculiaridade rendeu o nome de “Zerão” ao estádio.

Jairzinho histórico

Campeão do mundo com a seleção brasileira em 1970, o lendário ponta-direita fez história naquela mesma edição da Copa do Mundo. Desde a estreia no torneio até a final, o ex-jogador marcou pelo menos um gol nas seis partidas disputadas na competição, sendo o primeiro atleta a atingir essa marca.

Marrocos

Marrocos de Hakimi eliminou Portugal e Espanha na última Copa do Mundo - EFE/EPA/Mohamed Messara

Marrocos de Hakimi eliminou Portugal e Espanha na última Copa do Mundo – EFE/EPA/Mohamed Messara

Haja… Fígado?

Coração? Que nada. O fígado é o símbolo do amor em Marrocos. Não se sabe ao certo qual é a origem dessa associação, mas acredita-se que é este órgão que proporciona bem-estar e vitalidade. Frases como “você conquistou meu fígado” ou “prendeu o fígado” são comuns nas cidades marroquinas.

Gole atrás de gole

Em Marrocos, o chá é um dos grandes símbolos culturais do país. Desde o amanhecer até o anoitecer, os marroquinos consomem a bebida em pequenos copos. Muito mais do que uma bebida, servir chá aos clientes e visitantes é sinônimo de hospitalidade.

Feito inédito em 2022

Na Copa do Mundo do Catar, Marrocos foi a primeira seleção africana africana e árabe a chegar à semifinal do torneio. A equipe comandada por Walid Regragui, porém, foi eliminada para a França e, na disputa de terceiro lugar, ficou com a quarta colocação no torneio após perder para a Croácia.

Jogadores naturalizados

Dentre os 26 nomes convocados, 19 deles não nasceram em Marrocos. Dentre os principais atletas, destacam-se o goleiro Yassine Bounou, nascido no Canadá, o lateral-direito Achraf Hakimi e o meia Brahim Díaz, ambos nascidos na Espanha. O técnico Mohamed Ouahbi, inclusive, não nasceu lá, mas sim na Bélgica.