Homenagem aos times do subúrbio, parte 2
Recebi alguns puxões de orelha por não ter lembrado de alguns craques do futebol informal carioca. Espero não ser traído pela memória desta vez…

Óbvio que recebi alguns puxões de orelha por não ter lembrado de alguns craques na crônica que fiz sobre os times do subúrbio. Jorge Lasperg acrescentou na lista Ivo Sodré e Badu, no São Cristóvão, Alves e Clair, no Campo Grande, Mário Breves e Itamar, na Portuguesa, e Jair Pereira e Morais, no Bonsucesso. João Antônio Soares lembrou do Mateus, reserva do Aladim, do Bangu. Olha só, o pessoal lembra até dos reservas! Fernando Cesar Monteiro Mattos lembrou do Zé Mario, a quem chamo de Dustin Hoffman, no Olaria, e Reinaldo Smoleanschi, de Sena, do Madureira.
São incontáveis craques, assim como vi na praia, no soçaite e no futebol de salão. Um deles foi Álvaro Canhoto ou Álvaro Garrincha, que, por sinal, estava revoltado com um ranking publicado listando os 100 melhores jogadores de futebol de salão de todos os tempos. E tinha total razão. Se não constavam Aécio e…
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