Acervo · Brasileirão

A polêmica sobre os estádios de grama artificial do futebol brasileiro

Inexistentes na elite europeia, campos artificiais começam a invadir o Brasil e dividem opiniões; PLACAR ouviu especialistas e testou o piso da discórdia

Por Luiz Felipe Castro e Maria Fernanda Lemos11 min de leitura
Custo-benefício: o novo campo sintético do Bruno José Daniel, do Santo André - Alexandre Battibugli/PLACAR
Custo-benefício: o novo campo sintético do Bruno José Daniel, do Santo André - Alexandre Battibugli/PLACAR

Matéria publicada na edição 1502 de PLACAR, de agosto de 2023

Diz um velho ditado da bola cunhado por Don Rossé Cavaca, pseudônimo do jornalista José Martins de Araújo Júnior (1924–1965): “desgraçado é o goleiro, até onde ele pisa não nasce grama”. Os arqueiros não são os únicos a sofrer com a condição dos pisos nos últimos anos. Não bastassem os quiprocós envolvendo o VAR, o futebol brasileiro tem hoje um novo protagonista de polêmicas: os gramados artificiais. Os tapetinhos, como vêm sendo chamados, surgiram como alternativa aos campos secos e esburacados pelo excesso de jogos, shows e outros eventos. São mais baratos, deixam a bola rolar e saem bonitos na foto, mas também alimentam uma série de preocupações e reclamações, sobretudo por parte dos atletas visitantes.

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