A pequena cidade uruguaia de Salto deu à luz grandes artilheiros como Suárez e Cavani, mas nenhum tão classudo quanto Pedro Rocha. Pelo faro de gol, ganhou o apelido de El Verdugo (Carrasco). Pela maestria, ganhou versos de Eduardo Galeano: “Fazia o que queria com a bola, e ela acreditava totalmente nele”.
Lenda do Peñarol, viveu seu auge em 1966, quando marcou dez gols no título da Libertadores e mais um na final do Mundial, na vitória sobre o Real Madrid, no Bernabéu. Também nesse ano, fez a melhor das quatro Copas que disputou pela Celeste (1962, 1966, 1970 e 1974). Foi igualmente idolatrado no Morumbi nos oito anos como tricolor.
Em 2025, foi novamente eleito para o Time dos Sonhos do São Paulo, em edição de PLACAR, com 14 de 22 votos possíveis.
84º: Pedro Rocha
Pedro Virgílio Rocha Franchetti
- Nascimento: 3/12/1942, Salto (Uruguai) / * 2/12/2013, São Paulo (SP)
- Posição: meia
- Pela seleção uruguaia: 52 J | 17 G
- Clubes: Peñarol-URU (1959-1970), São Paulo (1970-1978), Coritiba (1978), Palmeiras (1979), Bangu (1979), Deportivo Neza-MEX (1980), Monterrey-MEX (1980) e Al-Nassr-ARA (1981)
- Títulos: Copa América (1967), Mundial de Clubes (1961 e 1966), Copa Libertadores (1960, 1961 e 1966), Uruguaio (1959, 1960, 1961, 1962, 1964, 1965, 1967 e 1968), Brasileiro (1977), Paulista (1971 e 1975) e Paranaense (1978)
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