A novela envolvendo o retorno de Lucas Paquetá ao Flamengo ganhou novos capítulos decisivos nesta semana. Segundo informações do site ge, o West Ham sinalizou positivamente para uma venda definitiva do meio-campista, mas apresentou um modelo de negócio que não agrada totalmente à diretoria rubro-negra: a manutenção jogador por empréstimo até junho de 2026.
A exigência do clube de Londres tem um motivo claro: a luta contra o rebaixamento. Atualmente na 18ª posição da Premier League, o West Ham vê em Paquetá a peça fundamental para evitar a queda.
De acordo com o jornal britânico The Telegraph, a cúpula do clube inglês teme que a saída imediata do brasileiro sele o destino da equipe na competição.
O Flamengo, por sua vez, tenta convencer os Hammers a liberarem o atleta já para o início do Campeonato Brasileiro – a estreia do Flamengo será no dia 28 deste mês, contra o São Paulo. Para isso, o clube carioca sinaliza com uma proposta que pode chegar ao seu teto financeiro: 40 milhões de euros (R$ 251 milhões pela cotação atual).

Paquetá voltou a ser convocado para a seleção brasileira com Ancelotti – Alexandre Battibugli/Placar
De acordo com informações do jornalista italiano Fabrizio Romano, especializado em mercado da bola, Paquetá já aceitou os termos contratuais com o Flamengo, com um vínculo para quatro temporadas.
O jogador manifestou abertamente o desejo de voltar ao Brasil após ser inocentado em investigações sobre apostas esportivas na Inglaterra, caso que, embora resolvido, afetou seu lado emocional na Europa.
O Flamengo abriu conversas com uma oferta de 35 milhões de euros (R$ 219 milhões), que foi prontamente rejeitada pelo West Ham, que pedia inicialmente 60 milhões de euros. A diretoria liderada aposta na vontade do jogador para “amolecer” a postura dos ingleses. Paquetá chegou a pedir para não ser relacionado em jogos recentes da Copa da Inglaterra (FA Cup) para focar na transferência.





