Neste sábado (30), o PSG de Luis Enrique fez história ao superar o Arsenal na Arena Puskás, em Budapeste, e conquistar pela segunda vez consecutiva o título da Champions League. O triunfo só foi alcançado nos pênaltis (4×3) após empate em 1 a 1 no jogo corrido.
O jogo
Aos cinco minutos da primeira etapa, o brasileiro Marquinhos tentou afastar sem sucesso uma bola próximo ao meio-campo. No entanto, ela acabou nos pés de Kai Havertez, que invadiu a área pelo lado esquerado do ataque e disparou contra a meta de Safonov.
Após o gol, o Arsenal da defesa bem postada ocupou bem os espaços do campo para dificultar a criação e os avanços em velocidade do PSG — que só pressionou por meio de chutes de longa distância, sem levar muito perigo.
Já no segundo tempo, a equipe francesa conseguiu chegar mais próxima da área dos Gunners. Tanto que, aos 16 minutos, conseguiu um pênalti após Kvaratskhelia invadir essa faixa do campo e ser derrubado por Cristhian Mosquera. Na cobrança, Dembélé bateu para um lado e Raya caiu para o outro.
Com o empate, o jogo ganhou um dinamismo muito maior, principalmente, para o lado do PSG. A equipe de Luis Enrique chutou 12 vezes contra apenas uma do Arsenal. Mesmo assim, não conseguiu evitar a prorrogação.
Tempo extra
Com o desgaste físico dos 90 minutos, as equipes se arriscaram pouco na primeira etapa da prorrogação. As melhores chances vieram de bolas alçadas na área, mas que não criaram chnaces claras de gol.
Na segunda etapa, as melhores chances saíram de chutes de fora da área e bolas paradas. Mas, nada feito, a decisão ficou para os pênaltis!
Pênatis
A primeira decisão entre ingleses e franceses na Champions foi decida na marca da cal. As cobranças foram batidas em frente à torcida do PSG, que deu início ao duelo com Gonçalo Ramos. Ele converteu o dele, junto com Gyokeres, do Arsenal, e Doué.
O primeiro erro veio logo em seguida, com hesitação de Eze, que mandou para fora. No entanto, na sequência, Raya defendeu o chute de Nuno Mendes e Rice igualou para os Gunners.
Na quarta rodada, Hakimi, mesmo no sacrifício, deixou o dele, assim como o brasileiro, Gabriel Martinelli.
Já nas batidas derradeiras, mais brasileiros: Beraldo convertou para o PSG, mas Gabriel Magalhães bateu o dele para fora. O placar de 4 a 3 nas penalidades sagra o PSG bicampeão da Champions League.






