Manchester United fecha até cantina e corta refeições para funcionários
Equipe inglesa vive crise dentro e fora dos campos, e corte de gastos prejudica entorno; funcionários vão poder comer apenas pão e sopa
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O Manchester United, sob a administração de Jim Ratcliffe, anunciou mudanças significativas na política de refeições para funcionários em Old Trafford. A decisão que visa reduzir custos envolve o fechamento da lanchonete que oferecia refeições gratuitas para os trabalhadores do clube. Em vez disso, serão disponibilizadas frutas, enquanto no centro de treinamento em Carrington, apenas os jogadores continuarão a receber refeições completas.
Essas medidas refletem a nova estratégia financeira do clube, que busca equilibrar as contas após anos de prejuízos. Omar Berrada, CEO do Manchester United, destacou que a prioridade é garantir sucesso dentro de campo e melhorar as instalações, objetivos que exigem uma gestão financeira mais rigorosa.
As mudanças no CT do Manchester United
No centro de treinamento de Carrington, as mudanças são ainda mais drásticas. Enquanto os jogadores continuarão a desfrutar de refeições completas, os demais funcionários terão acesso apenas a pão e sopa. Essa decisão tem gerado debates sobre o impacto no moral dos trabalhadores e a eficácia da medida em termos de economia.
As mudanças são parte de um esforço mais amplo para reestruturar as finanças do clube. A administração acredita que, ao cortar despesas em áreas não essenciais, será possível investir mais em melhorias que beneficiem diretamente o desempenho esportivo e a experiência dos torcedores.
Crise financeira do United
O Manchester United tem enfrentado desafios financeiros nos últimos anos, com perdas significativas que ameaçam os planos de investimento em infraestrutura e equipe. Jim Ratcliffe, o novo proprietário, e sua equipe de gestão identificaram a necessidade de cortar custos para garantir a sustentabilidade a longo prazo do clube.
A decisão de reduzir as despesas com refeições é uma das várias medidas que estão sendo implementadas para estabilizar as finanças. O foco é direcionar recursos para áreas que possam trazer retorno direto, como a melhoria das instalações e o fortalecimento do elenco.
A reação entre os funcionários tem sido mista. Enquanto alguns entendem a necessidade de ajustes financeiros, outros expressaram preocupação com o impacto das mudanças no ambiente de trabalho. A substituição de refeições completas por opções mais simples pode afetar o moral e a motivação dos trabalhadores, o que levanta questões sobre a eficácia a longo prazo da medida.
Além disso, houve protestos em Londres contra Jim Ratcliffe e a INEOS, empresa de sua propriedade, refletindo a insatisfação de alguns grupos com as novas diretrizes. A administração do clube, no entanto, permanece firme em sua decisão, argumentando que as mudanças são necessárias para garantir o futuro do Manchester United.
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