Sylvinho, atual técnico da Albânia, carrega a responsabilidade de preservar uma escrita iniciada em 1930. O desafio imediato é garantir a presença de ao menos um treinador brasileiro na Copa do Mundo de 2026, mantendo o Brasil como o único país a ter representantes no comando técnico em todas as edições do torneio.
O caminho da Albânia para o Mundial de 2026
A Albânia alcançou a repescagem europeia para a Copa após terminar em segundo lugar no Grupo K, com 14 pontos. Em entrevista ao site ge, Sylvinho classificou o momento como uma “responsabilidade imensa” para sua carreira e para a representatividade do futebol brasileiro.
A seleção albanesa enfrenta a Polônia nesta quinta-feira, 26, às 16h45 (de Brasília), na semifinal da repescagem europeia. Caso se classifique, a Albânia enfrenta a Ucrânia ou a Suécia na próxima terça-feira, 31, às 15h45 (de Brasília), valendo a vaga inédita na Copa do Mundo. Além da possível estreia no Mundial, a marca histórica dos treinadores brasileiros no torneio seguirá intacta.
A tradição dos treinadores brasileiros desde 1930
Desde a primeira edição do torneio no Uruguai, o Brasil sempre contou com representantes no comando técnico. Pela primeira vez, a seleção brasileira disputa uma Copa do Mundo sob o comando de um estrangeiro, o italiano Carlo Ancelotti, o que transfere a manutenção da escrita para profissionais que atuam em outras seleções.
Marcos da representatividade brasileira
- Início da série em 1930: a tradição começou na primeira Copa e nunca foi interrompida em 22 edições realizadas até hoje.
- Treinadores em seleções estrangeiras: técnicos como Otto Glória e Luiz Felipe Scolari já comandaram a seleção de Portugal em edições passadas, garantindo também a presença de treinadores brasileiros em outras equipes.






