Acervo · Copa do Mundo
‘Menino da capa’ relembra a Tragédia do Sarriá, 40 anos depois
O advogado José Carlos Vilella Júnior, hoje com 50 anos, conta o que sente ao rever a imagem do fotógrafo Reginaldo Manente para o ‘Jornal da Tarde’

Texto publicado na edição impressa de junho de 2022 de PLACAR
Não há como ver a foto do menino de 10 anos recém-completados, em prantos, sem lembrar do conhecido aforismo do poeta inglês William Wordsworth, que depois Machado de Assis citaria em Memórias Póstumas de Brás Cubas: “O menino é o pai do homem”. Eu, um homem de 50 anos, advogado, olho para o garoto com a camisa da seleção e sinto uma dupla sensação: de nostalgia trágica e de orgulho. A nostalgia, associada à derrota, me remete ao futebol nos anos 1980, de alguma ingenuidade e amor ao esporte sem as amarras comerciais e imposições financeiras de hoje.
Continue lendo com uma conta gratuita
- Leva menos de um minuto, sem cartão
- Acesso às matérias do Acervo Digital
- Você continua exatamente deste parágrafo
Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.

