O meu sonho mesmo era ser jogador de futebol. Por razões óbvias, percebi cedo que não conseguiria praticar o esporte que tanto amo. No momento do meu nascimento, houve uma negligência médica, uma falha por parte dos profissionais que fizeram o parto.
Minha mãe e eu quase morremos, perdi muito sangue e isso me causou uma paralisia cerebral que afetou a minha parte motora e me impede de caminhar. O lado esquerdo do meu corpo ficou 70% paralisado. Por isso, preciso de ajuda para me locomover.
*em depoimento à revista PLACAR, edição 1538







