A organização da Copa do Mundo aproveitou o aniversário de 250 anos da independência dos Estados Unidos para uma celebração especial neste sábado, 4, no Lincoln Financial Field, antes de Paraguai e França, pelas 16 avos de final. O presidente Donald Trump foi mais uma vez ausência no torneio disputado em seu país.

A Filadélfia é conhecida como a Cidade do Sino da Liberdade — o sino, inclusive, fica em exposição aberta ao público no centro histórico. Foi no local que a declaração de independência foi lida, em 4 de julho de 1776, marcando a separação das Treze Colônias que tinham o domínio britânico.

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O cerimonial da marinha americana cantou o hino, com bandeiras pelo gramado e 50 estrelas representando os Estados. A mensagem “vida, liberdade e busca da felicidade” (“life, liberty, the pursuit of happiness”, trecho mais famoso da declaração de independência) foi exibida em faixas no gramado. Os tradicionais fogos de artifício, uma marca do 4 de Julho, também invadiram o gramado. 

E o Trump?

Donald Trump era esperado para a partida, mas os compromissos na capital Washington, segundo a Casa Branca, impediram a presença do presidente na partida. Por outro lado, as últimas participações do presidente em eventos esportivos, como no UFC e nas Finais da NBA, foram frias ou até tiveram vaias.

Gianni Infantino, presidente da Fifa, chegou a confirmar que ele e Trump entregarão juntos o troféu de campeão da Copa do Mundo aos vencedores. No ano passado, no Mundial de Clubes, Trum entregou o troféu para os jogadores do Chelsea e foi vaiado no estádio, o mesmo MetLife Stadium guardado para a grande decisão.

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