A Inglaterra venceu a Nova Zelândia por 1 a 0 na tarde deste sábado (6), no estádio Raymond James, em Tampa, nos Estados Unidos. Em partida válida como amistoso preparatório para a Copa do Mundo de 2026, o English Team dominou as ações, mas precisou da estrela de Harry Kane nos acréscimos da primeira etapa para furar o bloqueio adversário e garantir o triunfo em um duelo que perdeu intensidade devido ao forte calor na Flórida.
Pressão inicial e o paredão da Oceania
Desde o apito inicial, a seleção europeia impôs seu ritmo. Com linhas altas e forte pressão na saída de bola, os ingleses encurralaram a All Whites no campo defensivo. Marcus Rashford foi o principal motor criativo nos primeiros minutos, distribuindo o jogo e arriscando finalizações.
No entanto, a defesa neozelandesa, liderada pelas boas intervenções do goleiro Max Crocombe — que fez grande defesa em cabeçada firme de Kane aos 34 minutos —, parecia intransponível. A Nova Zelândia tentava escapar em raros contragolpes com Chris Wood, mas sem sucesso efetivo para assustar Jordan Pickford.
O golpe de misericórdia antes do intervalo
Quando o empate sem gols parecia definido para a ida aos vestiários, a persistência inglesa foi recompensada. Já nos acréscimos, aos 46 minutos, Djed Spence fez excelente jogada pela ponta esquerda e cruzou para o meio da confusão na área. Oportunista e bem posicionado, Harry Kane se antecipou à marcação e desviou de casquinha para o fundo das redes, abrindo o placar e coroando o volume de jogo da equipe europeia.
Substituições em massa e ritmo de treino
O segundo tempo apresentou uma dinâmica completamente diferente. O técnico inglês optou por trocar praticamente toda a equipe logo no retorno do intervalo, promovendo a entrada de nomes como Jude Bellingham, Ivan Toney e do jovem Rio Ngumoha, de apenas 17 anos.
A grande chance de emoção da etapa complementar ocorreu aos 14 minutos, quando Toney invadiu a área e sofreu pênalti, mas a marcação foi anulada pelo VAR por impedimento na origem da jogada. Com o forte calor castigando os atletas e a Nova Zelândia também promovendo uma enxurrada de substituições, o ritmo da partida caiu drasticamente. A Inglaterra apenas administrou a posse de bola até o apito final.
Próximos passos rumo ao Mundial
Com o resultado magro, mas positivo, a Inglaterra ganha moral e agora foca em seu último amistoso preparatório contra a Costa Rica, antes da estreia oficial na Copa do Mundo no dia 17, onde integra o Grupo L ao lado de Croácia, Gana e Panamá. Já a Nova Zelândia segue sua preparação para buscar a vaga no Grupo G do torneio contra Bélgica, Egito e Irã.









