A CBF realizou uma reunião nesta terça-feira, 14, para apresentar o balanço do primeiro ano de gestão do presidente Samir Xaud. O encontro contou com a presença de vice-presidentes e diretores da entidade, além de presidentes das federações estaduais. A conversa detalhou os objetivos da seleção masculina para o ciclo da Copa do Mundo de 2030.

“No caminho para 2030, dois grandes objetivos foram traçados: vencer a Copa América de 2028 e as Eliminatórias para a Copa do Mundo”, escreveu a CBF em nota.

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Além destes objetivos, Rodrigo Caetano, diretor das seleções masculinas, comentou sobre a preparação de Carlo Ancelotti para a Copa de 2026. Durante sua fala, o dirigente relembrou que o treinador teve 13 meses de trabalho e falou sobre a escolha de adversários de alto nível e de diferentes escolas do futebol mundial.

Durante a reunião, o presidente Samir Xaud falou sobre o resultado na Copa do Mundo de 2026. A seleção brasileira registrou sua pior campanha desde 1990 e a segunda pior colocação na história (11º).

“Claro que esperávamos um resultado mais positivo (na Copa do Mundo Masculina), mas é importante mostrar tudo o que está acontecendo: o trabalho que vem sendo realizado na base, com integração entre as categorias, tanto no masculino como no feminino. Então o trabalho não para, é contínuo. Viramos uma página e agora voltamos o foco para o Mundial Feminino, além do ciclo para 2030”, comentou Samir Xaud, em nota divulgada pela CBF.

Copa do Mundo Feminina de 2027

Arthur Elias, técnico da seleção brasileira feminina - Samara Moumei / CBF

Arthur Elias, técnico da seleção brasileira feminina – Samara Moumei / CBF

A reunião também contou com a presença de Arthur Elias, técnico da seleção feminina, para falar sobre a Copa do Mundo de 2027. O planejamento para o torneio foi apresentado durante a conversa.

“A preparação prevê quatro Datas FIFA entre outubro de 2026 e abril de 2027, com amistosos estratégicos diante de adversários de alto nível, incluindo confrontos já previstos contra o Japão, no fim deste ano, além de outras seleções a serem definidas”, escreveu a CBF.

Confira a nota da CBF

“A CBF reuniu na tarde desta terça-feira (14) os vice-presidentes e diretores da entidade e presidentes de federações estaduais. No encontro, a atual gestão apresentou um balanço dos projetos e avanços estruturais conquistados no primeiro ano e lançou um olhar para o futuro, detalhando o planejamento de preparação da Seleção Brasileira Feminina para a Copa do Mundo de 2027 e o início do ciclo da Seleção Masculina para 2030.

O primeiro ano de trabalho da atual gestão, com reforma de calendário, criação de GTs para Fair Play Financeiro, Arbitragem e Base, retomada de diálogo institucional com clubes e federações, títulos nas categorias de base das Seleções Femininas e uma Copa do Mundo Feminina inédita prestes a acontecer, mostram que não faltam motivos para a CBF seguir executando o planejamento.

“Claro que esperávamos um resultado mais positivo (na Copa do Mundo Masculina), mas é importante mostrar tudo o que está acontecendo: o trabalho que vem sendo realizado na base, com integração entre as categorias, tanto no masculino como no feminino. Então o trabalho não para, é contínuo. Viramos uma página e agora voltamos o foco para o Mundial Feminino, além do ciclo para 2030”, disse o presidente da CBF, Samir Xaud.

Ao reunir os presidentes de federação e os vice-presidentes da entidade, o objetivo da CBF foi o de prestar contas do trabalho que vem sendo realizado. Neste sentido, o coordenador executivo das Seleções Masculinas, Rodrigo Caetano, e o técnico da Seleção Feminina Principal, Arthur Elias, foram convidados a participar do encontro.

Caetano mostrou aos participantes como foi a preparação da Seleção Masculina, desde a chegada do técnico Carlo Ancelotti, que teve 13 meses de trabalho até o Mundial. O coordenador executivo mostrou como o planejamento compreendeu a escolha de adversários de alto nível e de diferentes escolas do futebol mundial.

A integração entre as categorias de base da Amarelinha até a principal também foi evidenciada: na Copa do Mundo, 23 dos 26 jogadores convocados tiveram passagens por seleções de base, além de todas as categorias inferiores terem vivido acréscimo de jogos em seus calendários na gestão atual em relação a temporadas anteriores. No caminho para 2030, dois grandes objetivos foram traçados: vencer a Copa América de 2028 e as Eliminatórias para a Copa do Mundo.

No âmbito do Departamento de Seleções Femininas, o técnico da Seleção Feminina principal, Arthur Elias, mostrou o planejamento estruturado para a Copa do Mundo Feminina de 2027, que será disputada no Brasil. A preparação prevê quatro Datas FIFA entre outubro de 2026 e abril de 2027, com amistosos estratégicos diante de adversários de alto nível, incluindo confrontos já previstos contra o Japão, no fim deste ano, além de outras seleções a serem definidas.

O cronograma contempla ainda a convocação da equipe em maio de 2027, um período de preparação na Granja Comary entre 1º e 12 de junho, o último amistoso antes do Mundial no dia 13 de junho, a chegada ao Base Camp em 14 de junho e a estreia na competição em 24 de junho (datas a serem confirmadas). O trabalho está baseado em pilares que unem identidade, modelo de jogo e plano de jogo, buscando formar uma equipe competitiva e preparada para aproveitar o fator casa na busca pela primeira estrela na camisa feminina.

Na pasta de arbitragem, o diretor Netto Góes mostrou como está estruturada a recém-criada Diretoria de Arbitragem, que tem como pilares governança, transparência, Tecnologia e inovação, formação e fortalecimento internacional. Na reunião, Góes apresentou aos presidentes de federação o novo presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Sandro Meira Ricci.

Para o presidente da Federação Paulista de Futebol, Reinaldo Bastos, a reunião serviu para fortalecer os avanços conquistados pela atual gestão da CBF durante o primeiro ano de trabalho.

“A gente precisa, nesta hora, olhar tudo o que foi feito no futebol brasileiro. No calendário, na arbitragem, na base, na segurança, no futebol feminino, na tranquilidade de gestão. Nesses aspectos todos nós tivemos vitórias. Eu acho que é o momento da gente pensar na reconstrução do futebol, da Seleção Brasileira, e também focar também muito na próxima Copa do Mundo que nós temos, e no trabalho mais longevo, de muita qualidade, com o Arthur Elias no futebol feminino”, disse Bastos.

Daniel Vasconcelos, presidente da Federação de Futebol do Distrito Federal, destacou ainda um fator que tem sido preponderante no atual momento do futebol brasileiro: a participação ativa que a CBF tem aberto a clubes e federações nas tomadas de decisão.

“Acho que toda a diretoria está de parabéns na gestão do presidente Samir. Tivemos um ano com muita coragem na gestão do Presidente Samir, na questão da formação da arbitragem, na comissão que foi criada para a base, e vários temas tão importantes que antes não foram enfrentados. Então a gestão está de parabéns, hoje temos as nossas 27 federações muito alinhadas com a gestão da CBF”, disse.”

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