O golaço dos golaços
Prêmio Puskas 2021 inspira Comentarista a ir a 1976 ver o seu preferido, ‘lençol’ e voleio de Roberto Dinamite, e dar ‘spoilers’ sobre ‘pinturas’ do futuro

‘Saudades da Guanabara’ é um samba lindo que vocês, caros leitores e leitoras de 1976, ainda vão ter que esperar 13 anos pra ouvir. Os versos (Aldir Blanc, que muitos já devem conhecer na voz de Elis, com o ‘jovem veterano’ Paulo César Pinheiro) e a melodia (de um novo ‘bamba do samba’, Moacyr Luz, aguardem!) ainda soarão atuais em 2022, de ‘quando’ venho. Serão líricas as saudades que sentiremos daqui a quase 50 anos, mesmo que não venhamos a saber exatamente o que estará nos fazendo falta. Acho que encontrei parte da resposta ontem, ao chegar do futuro para assistir a este Vasco x Botafogo histórico, em que deu-se aquele que, para mim, será sempre o maior golaço que vi no futebol. Assim como a matada no peito, o lençol e o voleio de Roberto Dinamite, viver no Brasil de agora tem algo de simples e autêntico. Faz apenas…
Continue lendo com uma conta gratuita
- Leva menos de um minuto, sem cartão
- Acesso às matérias do Acervo Digital
- Você continua exatamente deste parágrafo
Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.
