A Ponte Preta aliviou um pouco a crise do seu futebol neste começo de temporada. A diretoria Alvinegra pagou as dívidas que mantinham dois transfer bans ativos: com o CNRD, no valor de R$ 1,9 milhões, e com a Fifa, R$ 600.000.
Agora, a Macaca espera pelos trâmites burocráticos para inscrever seus jogadores no Campeonato Paulista. Caso os documentos sejam enviados a tempo, os reforços do clube campinense podem já atuar contra o São Bernardo, ainda hoje.
Para reunir verba para pagar as dívidas, a Ponte utilizou parte do valor da venda do atacante Jeh ao Göztepe, da Turquia, que totalizou 800.000 dólares. Por conta do transfer ban, alguns reforços da Macaca deixaram o clube sem atuar, são eles: o zagueiro Wallace, os laterais-direitos Gabriel Inocêncio e Bryan Borges, e o volante Pedro Martins. Léo Oliveira e Luiz Felipe, que já estavam no clube em 2025, também deixaram Campinas antes de atuar nesta temporada.
Ameaça real de rebaixamento
Meses depois de conquistar o título da Série C, sua primeira taça nacional, a Ponte Preta mergulhou em crise no início do Estadual.
Nas três primeiras do Campeonato Paulista, a Ponte teve dez atletas inscritos na lista principal e usando jogadores da base para completar o elenco. Os reforços que podem estrear contra o São Bernardo são: o goleiro Thiago Coelho; o lateral-direito Lucas Justen; os zagueiros David Braz e Lucas Cunha; o volante Tárik; o meia Cristiano; e o atacante Vitor Pernambucano.
A equipe de Marcelo Fernandes é a lanterna do Paulistão 2026, com três derrotas em três jogos, para Corinthians, Velo Clube e Capivariano. A próxima partida, contra o São Bernardo, será nesta quinta-feira, 22, às 21h30.






