A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, rebateu às reclamações do Bahia sobre a arbitragem após a vitória do Verdão por 2 a 1 no último domingo, 5, na Arena Fonte Nova, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro.
Em evento no Rio de Janeiro nesta segunda-feira, 6, a mandatária alviverde criticou, em entrevista ao site ge, a postura do clube baiano, afirmando que as queixas servem apenas para mascarar o resultado de campo.
“Quando o Palmeiras ganha é sempre uma desculpa e não é assim que funciona”, iniciou dizendo.
“Ontem (domingo) vencemos um jogo difícil e não houve influência nenhuma da arbitragem”, completou.
Após o apito final em Salvador, jogadores e integrantes da comissão técnica do Bahia demonstraram profunda indignação com decisões da arbitragem que, segundo eles, teriam prejudicado o desempenho do Tricolor de Aço em momentos cruciais do jogo.

Jhon Arias comemora gol pelo Palmeiras em vitória contra o Bahia – Divulgação/Palmeiras
O zagueiro David Duarte, em entrevista, chegou a afirmar que o esforço da equipe foi em vão devido aos erros cometidos pelo juiz, enquanto o técnico Rogério Ceni disse que o VAR definiu o resultado em favor do Verdão.
A vitória fora de casa consolidou o time de Abel Ferreira na liderança da tabela, mas o triunfo foi parcialmente ofuscado pelo extracampo. Para Leila, as reclamações públicas não contribuem para o crescimento do futebol brasileiro.
“Tem escândalo, arbitragem, sempre tem um porquê. Já falei que eu, presidente do Palmeiras, não reclamo de arbitragem. Na final da Libertadores, tivemos uma falta gravíssima, que entendíamos ser motivo de expulsão. A presidente em nenhum momento reclamou do resultado. Eu me recolhi, nunca terceirizo responsabilidade”, argumentou.
Esta não é a primeira vez que Leila Pereira adota uma postura firme contra as queixas de rivais. A presidente do Palmeiras também rebateu críticas vindas de dirigentes do São Paulo e do Flamengo, utilizando termos como “ataques histéricos” e “chiliques” para descrever as reclamações sobre arbitragem na imprensa.









