Em meio à crise financeira, o Botafogo luta para tentar solucionar problemas que também afetam o seu futebol. O principal deles, o transfer ban da Fifa, vem impedindo o Glorioso de inscrever reforços para o fim do Carioca e o Brasileirão de 2026. Entenda o caos do vivido no Alvinegro e as tentativas judiciais realizadas.
Há pouco mais de dois anos em processo de recuperação extrajudicial com credores da associação, de acordo com o Ge, agora o Botafogo e a SAF do clube pretendem fazer um pedido de caráter judicial e para as dívidas feitas pela gestão Textor.
Neste momento, o valor da dívida da SAF é de pelo menos R$ 1,5 bilhão, com R$ 700 milhões sendo de curto prazo. A intenção do clube é colocar os débitos em um plano de pagamento de médio prazo, que será apresentado aos credores dentro da complexa briga entre Ares e Eagle — a primeira é o fundo credor da segunda, que não tem mais Textor como seu comandante.

Botafogo e Bangu pelo Campeonato Carioca no estádio Nilton Santos – Divulgação
Em dezembro de 2023, o associativo do clube e a Companhia Botafogo entraram com o pedido de recuperação extrajudicial. A 1ª Vara Empresaria do Rio foi favorável ao pedido e suspendeu as execuções contra o Glorioso com prazo de 90 dias para a apresentação de um plano de pagamento.
Com base nas regras de recuperação judicial, o Botafogo, caso tenha o pedido aceito, não pode realizar pagamentos aos credores fora do escopo processual.
O Glorioso estreia no Brasileirão nesta quinta-feira, 29, contra o Cruzeiro. A bola rola às 21h30, no Nilton Santos, com transmissão do Prime Video.





