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Rodrigo Braghetto: o futebol de botão como terapia

O ex-árbitro venceu um severo quadro de depressão com o auxílio profissional e ao reencontrar uma velha paixão

Por Toni Assis7 min de leitura
Renascido: Braghetto, com o velho uniforme, ao lado dos amigos no clube Maria Zélia - Alexandre Battibugli / PLACAR
Renascido: Braghetto, com o velho uniforme, ao lado dos amigos no clube Maria Zélia - Alexandre Battibugli / PLACARAlexandre Battibugli PLACAR

É fim de tarde e um grupo de praticantes de futebol de mesa se reúne para os treinos semanais no tradicional Maria Zélia, clube localizado no bairro do Belenzinho, na capital paulista. Ali, um ex-juiz de futebol se destaca na sala de jogos com seu jeito extrovertido ao comandar as brincadeiras e ajudar a organizar o ritmo das atividades. Figura carismática, Rodrigo Braghetto, de 48 anos, voltou a ser presença constante no universo dos botonistas há cerca de um ano, quando rompeu uma ausência de mais de duas décadas para, literalmente, voltar a sorrir. Um dos principais nomes da arbitragem brasileira neste século, ele foi vítima de um quadro grave de depressão ao encerrar a carreira de forma abruta, em 2013. No fundo do poço, Braghetto cogitou tirar a própria vida e precisou de auxílio profissional e um bom tratamento para se recuperar. Hoje, o remédio que o ajuda a…

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