Acervo

Rio 2016: é hora de correr com a organização

Para que o Rio promova a grande Olimpíada que todos esperam, não dá para perder nem mais um dia com o jogo de empurra e a politicagem que fizeram o COI entrar em campo para valer

Por Helena Borges3 min de leitura
XÔ, PREGUIÇA - Mercadante, Luiz Fernando Pezão, Nuzman, Dilma e Paes (da esq. para a dir.): para a Olimpíada funcionar, será preciso deixar os egos de lado, vencer a letargia e dar a largada nos projetos que repousam no papel
XÔ, PREGUIÇA - Mercadante, Luiz Fernando Pezão, Nuzman, Dilma e Paes (da esq. para a dir.): para a Olimpíada funcionar, será preciso deixar os egos de lado, vencer a letargia e dar a largada nos projetos que repousam no papel

Confrontados diariamente com a angústia do “entreg­a não entrega” dos estádios de futebol para a Copa do Mundo que se avizinha, os brasileiros tiveram de engolir outro atestado de incompetência na condução de um grande evento esportivo quando o Comitê Olímpico Internacional (COI) decretou uma espécie de intervenção branca nos preparativos para os Jogos de 2016 no Rio de Janeiro. À exceção de Atenas (2004), que ingressou no glossário olímpico moderno como sinônimo de caos administrativo e incertezas até o último instante, nenhuma outra cidade-sede havia levado o alto escalão do COI a acender o sinal de alerta com essa intensidade e entrar em campo para zelar por sua própria história. É verdade que na Grécia, a quatro anos dos jogos, justamente quando o COI soou a sirene, não se via uma única obra em andamento, diferentemente do que ocorre no Rio. Mas, com dois anos apenas pela frente, é…

Do acervo

Continue lendo com uma conta gratuita

  • Leva menos de um minuto, sem cartão
  • Acesso às matérias do Acervo Digital
  • Você continua exatamente deste parágrafo

Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.

Assuntos