Muito além dos 11: o time que não entra em campo
A complexa estrutura dos clubes de futebol é composta por dezenas de profissionais – dos velhos roupeiros e massagistas aos modernos analistas de desempenho

Quando a bola balança as redes, os holofotes geralmente se voltam ao autor do gol e, eventualmente, são divididos com quem deu o passe ou com o treinador do time. Há no entanto, a cada ação dos atletas no gramado, a influência direta ou indireta do trabalho de dezenas de profissionais praticamente “invisíveis”. Atualmente, os departamentos de futebol dos clube da Série A têm, em média, 35 funcionários. Os campeões das últimas edições do Brasileirão são também aqueles com maior equipe de profissionais listados em seus sites oficias: Corinthians (66) e Palmeiras (58) – veja tabela abaixo.
Já há bastante tempo, funções mais emblemáticas como as de cozinheiro ou roupeiro habitam o imaginário do torcedor – a figura portentosa de Mário Américo, massagista da seleção em todas as Copas entre 1950 e 1974, por exemplo, marcou época. O time foi crescendo a cada década e o Brasil, inclusive, foi pioneiro…
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