Mil dias após tragédia da Chapecoense, sobrevivente ainda luta por justiça
Leia o depoimento de Hélio Zampier Neto
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Mais de 1 000 dias se passaram desde aquele 28 de novembro de 2016, em que uma sucessão de irresponsabilidades levou o avião da LaMia a chocar-se contra um morro próximo a Medellín, na Colômbia. Morreram na tragédia 71 pessoas, entre elas 43 colegas da Chapecoense, além de jornalistas, convidados do time de Santa Catarina e tripulantes da aeronave. Fui uma das seis pessoas que, milagrosamente, escaparam da queda com vida. De lá para cá, minha carreira continua interrompida e quase nada mudou em termos jurídicos. Recebi apenas 11% do valor do seguro ao qual tenho direito. Renovei meu contrato com o clube nos mesmos termos anteriores, pois entendi que, diante da situação dramática do meu empregador, não poderia exigir mais. Sigo realizando perícias para atestar os danos sofridos e, assim, poder lutar pelo que é meu de direito. Um mês atrás participei em Londres de uma manifestação, juntamente com…
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